Oi.
Há um tempo que eu não escrevo e aí eu poderia justificar isso dizendo que estou muito ocupada dividindo meu tempo entre a faculdade e o trabalho, mas eu estaria mentindo se dissesse isso, então... Estava com preguiça de escrever. Na verdade estou com preguiça de escrever... Digo, não de digitar em si, mas de escolher algo sobre o que falar sabe. Em contrapartida, tenho sido "obrigada" a escrever muito graças a minha escolha pela faculdade de Direito.
Bem, tenho cinco aulas por semana, ou seja, uma aula por dia. A disciplina de sexta feira é Linguagem e Redação Jurídica, administrada pela professora Luiza (bem gente boa rs).
Foi-nos passada uma atividade na qual deveríamos produzir uma "Abobrinha Científica", isto é, escolher um tema aleatório e dar uma explicação com base na "ciência".
EIS QUE eu produzi:
POR QUE NUNCA TERMINEI UMA BORRACHA...
O que parece desperdício nada mais é do que algo que está embrenhado na "selva" que é a nossa mente. De fato, é difícil encontrar indivíduos que, durante sua vida escolar, já tenham terminado uma borracha. Isso porque nosso cérebro já está condicionado a considerar o objeto inútil logo que a borracha atinge metade de seu tamanho original, já está com as bordas gastas e arredondadas e toda manchada pelo grafite. Consequentemente, cria-se a necessidade de adquirir uma nova, grande, sem manchas e muito mais eficaz. Feito isso, o indivíduo sente-se mais motivado a estudar.
Esta pesquisa foi feita com o auxílio de meu grande amigo Albert Einstein.. . AL, tamo junto irmão!
Eu e minha típica seriedade.
Espero ter contribuído e tirado as dúvidas das pessoas que nunca sabem por que TODO ANO letivo tem que comprar uma borracha nova, em vez de usar a do ano que passou. rs
UmBj